domingo, 19 de setembro de 2010

Picaretagem nas pesquisas eleitorais em SC ?

Recebi por e-mail e compartilho com todos.


Para aqueles que ainda se assustam com as pesquisas
  • Você sempre ouviu falar que o IBOPE e a RBS não gostam do PT?

  • Ficou surpreso quando a Ideli se elegeu senadora contra todas as pesquisas?

    Achou um absurdo o que a RBS e o IBOPE fizeram com o Fritsch?

  •  
  • Sempre quis saber os números certos das pesquisas e das urnas mas nunca soube onde encontrar?

SEUS PROBLEMAS ACABARAM!!!!!!!!!!!!!

Você acabou de ganhar o mais novo
MANUAL DE PICARETAGEM EM PESQUISA DE OPINIÃO EM SC

Um guia prático e rápido para você entender como as coisas funcionam no Estado.

Veja:
 
LIÇÂO 1 -  Eleições de 2002
 
Instituto
Data
José
Fritsch
PT
Ibope 
23-25 setembro de 2002
(divulgada na véspera da eleição)
13%
Resultado
No dia da eleição
27,3%

Fonte:
http://www.tre-sc.gov.br/site/fileadmin/arquivos/eleicoes/histeleiweb/2002/ResultFinalE20021.htm#Governador


LIÇÃO 2 - Senado

Senador - Santa Catarina - eleição 2002
Intenção de voto estimulada (em % )
Instituto
data da pesquisa
Paulinho Bornhausen (PFL)
Casildo Maldaner (PMDB)
Milton Mendes (PT)
Hugo Biehl (PPB)
Leonel Pavan (PMDB)
Evaldino Leite (PSD)
Carlos Rogério (PSTU)
Gerson Basso (PV)
Ideli Salvatti (PT)
Branco/nulo
Não sabe/não opinou
Ibope
23-25/set/02
Divulgada na véspera
25
21
13
17
22
2
-
1
14
11
21

Ideli em 5º lugar com 14%!!!!!!!!!!!!

Bom, todo mundo sabe que ela chegou em primeirão, né?

Fonte:
http://www1.uol.com.br/fernandorodrigues/arquivos/pesquisas/eleicoes2002/sc/senador.shl
http://www.tre-sc.gov.br/site/fileadmin/arquivos/eleicoes/histeleiweb/2002/ResultFinalE20021.htm#Senador

  
LIÇÃO 3 - Eleições de 2006


Instituto
Data
José
Fritsch
PT
Ibope 
28-30 setembro de 2006
(divulgada na véspera da eleição)
9%
Resultado
No dia da eleição
14,3%

De acordo com o IBOPE, o Fritsch cresceu "apenas" 62% durante a madrugada, quase dobrou as intenções de voto. Boca de urna eficente, hein, Fritsch?

Fonte:
http://noticias.uol.com.br/fernandorodrigues/arquivos/pesquisas/pais/2006/1turno/pe_gov-2006-santacatarina.jhtm
http://www.tre-sc.gov.br/site/fileadmin/arquivos/eleicoes/histeleiweb/2006/ResultFinalE20061.htm#GOVERNADOR


 
LIÇÃO FINAL
 
Já deu pra entender como as coisas funcionam, né?
Não seja enganado mais uma vez.
Daqui pra frente é ir pra cima, tirar a bandeira do armário, fazer campanha, pedir voto e levar Ideli para o segundo turno!!!!

Xô mídia golpista

"O fim de um ciclo da velha mídia"

Reproduzo artigo de Luis Nassif, publicado em seu blog:

Dia após dia, episódio após episódio, vem se confirmando o cenário que traçamos aqui desde meados do ano passado: o suicídio do PSDB apostando as fichas em José Serra; a reestruturação partidária pós-eleições; o novo papel de Aécio Neves no cenário político; o pacto espúrio de Serra com a velha mídia, destruindo a oposição e a reputação dos jornais; os riscos para a liberdade de opinião, caso ele fosse eleito; a perda gradativa de influência da velha mídia.

O provável anúncio da saída de Aécio Neves marca oficialmente o fim do PSDB e da aliança com a velha mídia carioca-paulista que lhe forneceu a hegemonia política de 1994 a 2002 e a hegemonia sobre a oposição no período posterior.

Daqui para frente, o outrora glorioso PSDB, que em outros tempos encarnou a esperança de racionalidade administrativa, de não-sectarismo, será reduzido a uma reedição do velho PRP (Partido Republicano Paulista), encastelado em São Paulo e comandado por um político – Geraldo Alckmin – sem expressão nacional.

Fim de um período odioso

Restarão os ecos da mais odiosa campanha política da moderna história brasileira – um processo que se iniciou cinco anos atrás, com o uso intensivo da injúria, o exercício recorrente do assassinato de reputações, conseguindo suplantar em baixaria e falta de escrúpulos até a campanha de Fernando Collor em 1989.

As quarenta capas de Veja – culminando com a que aparece chutando o presidente – entrarão para a história do anti-jornalismo nacional. Os ataques de parajornalistas a jornalistas, patrocinados por Serra e admitidos por Roberto Civita, marcarão a categoria por décadas, como símbolo do período mais abjeto de uma história que começa gloriosa, com a campanha das diretas, e se encerra melancólica, exibindo um esgoto a céu aberto.

Levará anos para que o rancor seja extirpado da comunidade dos jornalistas, diluindo o envenenamento geral que tomou conta da classe.

A verdadeira história desse desastre ainda levará algum tempo para ser contada, o pacto com diretores da velha mídia, a noite de São Bartolomeu, para afastar os dissidentes, os assassinatos de reputação de jornalistas e políticos, adversários e até aliados, bancados diretamente por Serra, a tentativa de criar dossiês contra Aécio, da mesma maneira que utilizou contra Roseana, Tasso e Paulo Renato.

O general que traiu seu exército

Do cenário político desaparecerá também o DEM, com seus militantes distribuindo-se pelo PMDB e pelo PV.

Encerra-se a carreira de Freire, Jungman, Itagiba, Guerra, Álvaro Dias, Virgilio, Heráclito, Bornhausen, do meu amigo Vellozo Lucas, de Márcio Fortes e tantos outros que apostaram suas fichas em uma liderança destrambelhada e egocêntrica, atuando à sombra das conspirações subterrâneas.

Em todo esse período, Serra pensou apenas nele. Sua campanha foi montada para blindá-lo e à família das informações que virão à tona com o livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr e da exposição de suas ligações com Daniel Dantas.

Todos os dias, obsessivamente, preocupou-se em vitimizar a filha e a ele, para que qualquer investigação futura sobre seus negócios possa ser rebatida com o argumento de perseguição política.

A interrupção da entrevista à CNT expôs de maneira didática essa estratégia que vinha sendo cantada há tempos aqui, para explicar uma campanha eleitoral sem pé nem cabeça. Seu argumento para Márcia Peltier foi: ocorreu um desrespeito aos direitos individuais da minha filha; o resto é desculpa para esconder o crime principal.

Para salvar a pele, não vacilou em destruir a oposição, em tentar destruir a estabilidade política, em liquidar com a carreira de seus seguidores mais fiéis.

Mesmo depois que todas as pesquisas qualitativas falavam na perda de votos com o denuncismo exacerbado, mesmo com o clima político tornando-se irrespirável, prosseguiu nessa aventura insana, afundando os aliados a cada nova pesquisa e a cada nova denúncia.

Com isso, expôs de tal maneira a filha, que não será mais possível varrer suas estripulias para debaixo do tapete.

A marcha da história

Os episódios dos últimos dias me lembram a lavagem das escadarias do Senhor do Bonfim. Dejetos, lixo, figuras soturnas, almas penadas, todos sendo varridos pela água abundante e revitalizadora da marcha da história.

Dia após dia, mês após mês, quem tem sensibilidade analítica percebia movimentos tectônicos irresistíveis da história.

Primeiro, o desabrochar de uma nova sociedade de consumo de massas, a ascensão dos novos brasileiros ao mercado de consumo e ao mercado político, o Bolsa Família com seu cartão eletrônico, libertando os eleitores dos currais controlados por coronéis regionais.

Depois, a construção gradativa de uma nova sociedade civil, organizando-se em torno de conselhos municipais, estaduais, ONGs, pontos de cultura, associações, sindicatos, conselhos de secretários, pela periferia e pela Internet, sepultando o velho modelo autárquico de governar sem conversar.

Mesmo debaixo do tiroteio cerrado, a nova opinião pública florescia através da blogosfera.

Foi de extremo simbolismo o episódio com o deputado do interior do Rio Grande do Sul, integrante do baixo clero, que resolveu enfrentar a poderosa Rede Globo.

Durante dias, jornalistas vociferantes investiram contra um deputado inexpressivo, para puni-lo pelo atrevimento de enfrentar os deuses do Olimpo. Matérias no Jornal Nacional, reportagens em O Globo, ataques pela CBN, parecia o exército dos Estados Unidos se valendo das mais poderosas armas de destruição contra um pequeno povoado perdido.

E o gauchão, dando de ombros: meus eleitores não ligam para essa imprensa. Nem me lembro do seu nome. Mas seu desprezo pela força da velha mídia, sem nenhuma presunção de heroísmo, de fazer história, ainda será reconhecido como o momento mais simbólico dessa nova era.

Os novos tempos

A Rede Record ganhou musculatura, a Bandeirantes nunca teve alinhamento automático com a Globo, a ex-Manchete parece querer erguer-se da irrelevância.

De jornal nacional, com tiragem e influência distribuídas por todos os estados, a Folha foi se tornando mais e mais um jornal paulista, assim como o Estadão. A influência da velha mídia se viu reduzida à rede Globo e à CBN. A Abril se debate, faz das tripas coração para esconder a queda de tiragem da Veja.

A blogosfera foi se organizando de maneira espontânea, para enfrentar a barreira de desinformação, fazendo o contraponto à velha mídia não apenas entre leitores bem informados como também junto à imprensa fora do eixo Rio-São Paulo. O fim do controle das verbas publicitárias pela grande mídia, gradativamente passou a revitalizar a mídia do interior. Em temas nacionais, deixou de existir seu alinhamento automático com a velha mídia.

Em breve, mudanças na Lei Geral das Comunicações abrirão espaço para novos grupos entrarem, impondo finalmente a modernização e o arejamento ao derradeiro setor anacrônico de um país que clama pela modernização.

As ameaças à liberdade de opinião

Dia desses, me perguntaram no Twitter qual a probabilidade da imprensa ser calada pelo próximo governo. Disse que era de 25% - o percentual de votos de Serra. Espero, agora, que caia abaixo dos 20% e que seja ultrapassado pela umidade relativa do ar, para que um vento refrescante e revitalizador venha aliviar a política brasileira e o clima de São Paulo.

MEU TWITTER: @omagedanzsc

Sigam-me e deixem recados, comentários e sugestões!!!

Semana Nacional de Trânsito

Com a abordagem do tema "Cinto de Segurança e Cadeirinha", teve início a Semana Nacional de Trânsito. A campanha vai de 18 a 25 de setembro e objetiva conscientizar pais e motoristas sobre o uso obrigatório dos equipamentos de segurança, especialmente no transporte de crianças. VEJA os VÍDEOS

domingo, 12 de setembro de 2010

DEBATE na Rede TV !

Os principais candidatos à presidência da República Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) participam daqui a pouco, às 21h, do DEBATE promovido pela Rede TV e a Folha de São Paulo. Vamos acompanhar o evento que terá mediação do jornalista Kennedy Alencar, apresentador do programa "É Notícia" e repórter especial da Folha de S.Paulo.

Descoberta fraude em "reporcagem" da Revista VEJA,

ACABOU A FRAUDE!!! Informações da matéria de capa da revista VEJA, um dos principais veículos do PIG, são desmentidas por Fábio Baracat, personagem principal da reportagem. Veja a nota que ele publicou e que está rodando na internet.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Fui foi surpreendido com a matéria publicada na revista Veja neste sábado, razão pela qual decidi me pronunciar e rechaçar oficialmente as informações ali contidas.

Primeiramente gostaria de esclarecer que não sou e não fui funcionário, representante da empresa Vianet, ou a representei em qualquer assunto comercial, como foi noticiado na reportagem. Apenas conheço a empresa e pessoas ligadas a ela, assim como diversos outros empresários do setor.

Destaco também que não tenho qualquer relacionamento pessoal ou comercial com a Ministra Erenice Guerra, embora tivesse tido de fato a conhecido, jamais tratei de qualquer negócio privado ou assuntos políticos com ela.

Acerca da MTA, há 3 meses não tenho qualquer relacionamento com a empresa, com a qual tão somente mantive tratativas para compra.

Importante salientar que durante o período em que mantive as conversas com a mencionada empresa aérea atuei na defesa de seus interesses, porém o fiz exclusivamente no âmbito comercial, ficando as questões jurídicas a cargo da própria empresa e sua equipe.

Inicialmente, quando procurado pela reportagem da revista Veja, os questionamentos feitos eram no sentido de esclarecer a relação da MTA com o Coronel Artur, atual Diretor de Operações dos Correios, em razão de matéria jornalística em diversos periódicos, nesta oportunidade ratifiquei o posicionamento de que embora tivesse conhecimento de alguns assuntos que refletiam no segmento comercial da empresa (que de fato atuava), não podia afirmar categoricamente a extensão do vínculo dela com o Coronel Artur.

Durante o período em que atuei na defesa dos interesses comerciais da MTA, conheci Israel Guerra, como profissional que atuava na organização da documentação da empresa para participar de licitações, cuja remuneração previa percentual sobre eventual êxito, o qual repita-se, não era garantido e como já esclarecido, eu não tinha o poder de decisão da empresa MTA.

Enfim, na medida que a MTA aumentava sua participação no mercado, a aquisição da empresa se tornava mais onerosa para mim, até que culminou, além de parecer legal negativo, na inviabilidade econômica do negócio.

Acredito que tenha contribuído com o esclarecimento dos fatos, na certeza de que fui mais uma personagem de um joguete político-eleitoral irresponsável do qual não participo, porém que afetam famílias e negócios que geram empregos.

São Paulo,11 de setembro de 2010.

Fabio Baracat

O retorno

Após um período volto a atualizar o contéudo deste blog. Acompanhem vamos ter muito o que falar, especialmente de Eleições 2010. Faltam menos 20 dias para a Festa da Democracia. Não esqueça de levar o título e um documento com foto;